segunda-feira, 21 de maio de 2012






Diário Oficial da União - D.O.U. publicou Lei nº 12.645, de 16 DE Maio de 2012 que institui o Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 
Art. 1o  Esta Lei institui um dia dedicado à segurança e à saúde nas escolas. 
Art. 2o  É instituído o dia 10 de outubro como o Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas. 
Parágrafo único.  Na data de que trata este artigo, as entidades governamentais e não governamentais poderão, em parceria com as secretarias municipais e estaduais, desenvolver atividades como: 
I - palestras; 
II - concursos de frase ou redação; 
III - eleição de cipeiro escolar; 
IV - visitações em empresas. 
Art. 3o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 
Brasília,  16  de  maio  de  2012; 191o da Independência e 124o da República. 
DILMA ROUSSEFF
Aloizio Mercadante
Alexandre Rocha Santos Padilha
 


quinta-feira, 17 de maio de 2012


Cuiabá: série de falhas causou queda de elevador que matou 3 trabalhadores
A ausência de uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), o rompimento de um eixo redutor e o não funcionamento dos freios manual e automático do elevador da obra de construção civil, localizada na Avenida São Sebastião, no bairro Quilombo, em Cuiabá, foram os principais motivos que resultaram na queda do equipamento e, consequentemente, na morte de 3 pessoas. O fato foi registrado em 5 de janeiro deste ano e as informações são do Ministério do Trabalho e Emprego em Mato Grosso (MTE-MT), que concluiu a perícia nesta quinta-feira (3), após 4 meses de investigação. A obra está embargada desde o dia do acidente e é de responsabilidade da Pactual Construtora e Incorporadora Ltda.

Na data do ocorrido, Eurico de Jesus Ferreira, 38, Agnaldo Alves dos Santos, 40, e Fernando Conceição da Silva, 26, morreram após o elevador despencar com 6 funcionários, que pretendiam subir até o 16º andar do prédio em construção. Washington Luís Isaque, 34, Jonathan Soares Palma, 24, e Elias da Silva (idade não confirmada), também estavam no elevador no momento da queda. Os 3 se feriram gravemente e foram encaminhados ao Pronto-Socorro da capital, onde receberam os primeiros atendimentos. Os trabalhadores receberam alta médica após um mês de internação em uma unidade particular de saúde e hoje passam bem.

Segundo o titular de fiscalização do MTE-MT, Amarildo Borges de Oliveira, para conclusão da perícia, o Ministério ouviu funcionários da construção, que afirmaram que o equipamento apresentava ruídos no momento em que subia e descia com os operários e materiais de construção. Os barulhos já vinham sendo observados dias antes da queda. Nos depoimentos, os trabalhadores afirmaram também que o problema foi detalhado à empresa, mas que nada teria sido feito.

Outro fator apresentado pelo Ministério do Trabalho foi sobre a ausência de um projeto de construção das torres que sustentavam o equipamento. De acordo com Amarildo Borges, os resultados do trabalho de investigação mostraram que as torres foram construídas sem a elaboração um projeto técnico.

Questionado sobre as principais falhas, Amarildo explicou que se a obra possuísse a Cipa, o acidente poderia ter sido evitado. Segundo ele, este grupo é responsável pela fiscalização diária dos equipamentos e materiais utilizados e todas as obras de construção civil devem ter a Comissão. Ele ressalta ainda que além de existir a Cipa, é necessário que a mesma seja formada por pessoas treinadas.

Outro lado
A Pactual Construtora e Incorporadora Ltda., informou por meio da assessoria jurídica, que só se pronunciará sobre o caso após a conclusão dos trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec-MT).

segunda-feira, 14 de maio de 2012


Cuiabá: série de falhas causou queda de elevador que matou 3 trabalhadores


A ausência de uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), o rompimento de um eixo redutor e o não funcionamento dos freios manual e automático do elevador da obra de construção civil, localizada na avenida São Sebastião, no bairro Quilombo, em Cuiabá, foram os principais motivos que resultaram na queda do equipamento e, consequentemente, na morte de 3 pessoas. O fato foi registrado em 5 de janeiro deste ano e as informações são do Ministério do Trabalho e Emprego em Mato Grosso (MTE-MT), que concluiu a perícia nesta quinta-feira (3), após 4 meses de investigação. A obra está embargada desde o dia do acidente e é de responsabilidade da Pactual Construtora e Incorporadora Ltda.

Na data do ocorrido, Eurico de Jesus Ferreira, 38, Agnaldo Alves dos Santos, 40, e Fernando Conceição da Silva, 26, morreram após o elevador despencar com 6 funcionários, que pretendiam subir até o 16º andar do prédio em construção. Washington Luís Isaque, 34, Jonathan Soares Palma, 24, e Elias da Silva (idade não confirmada), também estavam no elevador no momento da queda. Os 3 se feriram gravemente e foram encaminhados ao Pronto-Socorro da capital, onde receberam os primeiros atendimentos. Os trabalhadores receberam alta médica após um mês de internação em uma unidade particular de saúde e hoje passam bem.

Segundo o titular de fiscalização do MTE-MT, Amarildo Borges de Oliveira, para conclusão da perícia, o Ministério ouviu funcionários da construção, que afirmaram que o equipamento apresentava ruídos no momento em que subia e descia com os operários e materiais de construção. Os barulhos já vinham sendo observados dias antes da queda. Nos depoimentos, os trabalhadores afirmaram também que o problema foi detalhado à empresa, mas que nada teria sido feito.

Outro fator apresentado pelo Ministério do Trabalho foi sobre a ausência de um projeto de construção das torres que sustentavam o equipamento. De acordo com Amarildo Borges, os resultados do trabalho de investigação mostraram que as torres foram construídas sem a elaboração um projeto técnico.

Questionado sobre as principais falhas, Amarildo explicou que se a obra possuísse a Cipa, o acidente poderia ter sido evitado. Segundo ele, este grupo é responsável pela fiscalização diária dos equipamentos e materiais utilizados e todas as obras de construção civil devem ter a Comissão. Ele ressalta ainda que além de existir a Cipa, é necessário que a mesma seja formada por pessoas treinadas.

Outro lado
A Pactual Construtora e Incorporadora Ltda., informou por meio da assessoria jurídica, que só se pronunciará sobre o caso após a conclusão dos trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec-MT).

quarta-feira, 2 de maio de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012


GRANDE PROMOÇÃO


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segunda-feira, 30 de abril de 2012


Inicia na próximo dia 05 a campanha nacional da vacinação contra a gripe


Começa no próximo sábado (5) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que vai proteger também contra a influenza A (H1N1) – gripe suína. A meta é imunizar 24,1 milhões de pessoas até o dia 25 de maio. Devem procurar os postos de saúde idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, grávidas em qualquer período da gestação, indígenas e profissionais de saúde.
Crianças que serão vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Aquelas que já receberam uma ou duas doses da vacina no ano passado deverão receber apenas uma este ano. Os demais grupos deverão tomar dose única.
Ao todo, 65 mil postos e 240 mil profissionais de saúde em todo o país vão distribuir as doses. Serão usados 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais. No sábado (5), os postos de saúde funcionarão das 8h às 17h.
Em 2011, de acordo com dados do ministério, 25,134 milhões de pessoas foram vacinadas – 84% do público-alvo definido. No mesmo período, foi registrada uma redução de 64% nas mortes provocados pelo vírus Influenza H1N1. Ao todo, 53 óbitos foram confirmados. Também no ano passado, houve queda de 44% nos casos graves da doença, que totalizaram 5.230.

sábado, 21 de abril de 2012




Este texto surgiu depois de ouvir o seguinte relato:
Um novo Gerente assumiu uma determinada empresa e chamou a equipe de Segurança do Trabalho para conhecer. A primeira pergunta que ele fez ao chefe do SESMT foi:
 O que Vocês fazem?
Então o chefe começou a enumerar algumas atividades, mas o gerente o interrompeu dizendo que tudo aquilo ele já sabia. O que ele queria saber era qual o produto ou serviço que era oferecido aos clientes.
A resposta à pergunta do título parece óbvia, mas a maioria dos TST vai titubear ao responder essa pergunta. O motivo é simples: fazemos tantas coisas que acabamos por esquecer-se de nossa principal missão: prevenir acidentes - esse é o nosso produto, ou melhor, serviço.
Poderíamos começar explicando ao nosso inquiridor respondendo a pergunta – Por quê?

- Por que fazemos prevenção? – depois respondemos a pergunta – Onde?

- Onde fazemos prevenção? – e por último, a pergunta – Como?

- Como fazemos prevenção?

É comum ao sermos indagados sobre o que nós fazemos, começarmos a explicar como fazemos, citando:

- O Técnico de Segurança faz treinamentos de segurança;

- Faz inspeção de segurança;

- Faz PPRA, PCMAT, eleição da CIPA, PPP, relatórios, etc e tal.

Ainda podemos citar as lista de atribuições contida na NR4, mas a resposta que o nosso interlocutor precisaria ouvir seria muito simples: __Eu faço prevenção!

Tudo que citei acima e também o conteúdo de nossas atribuições têm um só fim – prevenir acidentes.

Portanto, a nossa meta deve ser a de sempre chegar antes do acidente, mas infelizmente ainda gastamos boa parte de nosso tempo naquilo que já aconteceu. Não que isso não seja importante. É claro que precisamos de uma boa análise de um acidente para evitarmos a reincidência. No entanto, enquanto estamos reagindo há um acontecimento, outro evento não desejado pode estar acontecendo nesse momento.

Num linguajar mais comum, estamos correndo atrás do prejuízo. Ou seja, o fato já ocorreu. Em algum momento existiu uma falha que levou ao acontecimento. Essa falha pode ser fruto de uma série de desvios administrativos não analisados criticamente ou simplesmente ignorados como fatos insignificantes.

Em segurança do trabalho não se pode desprezar nada. Cada detalhe é importante, porém mais importante ainda, é perceber que esse detalhe faz parte de um todo. Ter essa visão crítica é essencial para que possamos exercer nossa função com sucesso.

Nós não somos onipresentes, mas podemos influenciar os trabalhadores, usando de nossos conhecimentos técnicos durante os treinamentos, palestras e inspeções de rotina. Para obtermos sucesso em nossa empreitada temos que estar bem preparados. Tomar cuidados com nossas atitudes que podem gerar certo desconforto é fundamental. A arrogância é o caminho mais curto para o fracasso. Quando escrevi sobre esse tema, foi porque tive o desprazer de conviver com essa situação durante alguns anos e vi que tudo que foi feito não teve o resultado esperado. Foi um grande aprendizado para minha vida profissional. Não é com a força que se previne acidentes. Tampouco se previne acidentes com discursos bonitos. É preciso que a ação combine com o discurso.

Em resumo, nossas tarefas são muitas, mas o primordial é que as pessoas entendam que nossa missão é a de evitar que elas se machuquem. Mesmo que para isso tenhamos que tomar medidas que podem não agradá-los no momento, mas se você fizer o seu trabalho bem feito, pode acreditar que vai terminar seu dia com a certeza do dever cumprido.
O caso que citei acima é real e a pergunta feita pelo gerente tinha um motivo específico - o número de acidentes dessa empresa tinha aumentado no ano anterior.
O trabalho na prevenção é árduo e pouca gente percebe quando tudo está correndo bem, mas quando as coisas vão mal, todo mundo acha que a "segurança" não está fazendo seu trabalho direito. E isso só tem uma explicação: Estamos "fazendo o trabalho" que vendemos aos nossos clientes. E essa não é nossa missão - como assessores, temos que convencer nossos clientes de que o trabalho de prevenção tem que ser feito por eles. Só assim a Segurança do Trabalho realmente vai funcionar.